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5 razões que provam que o ouro é um investimento seguro

24/05/2018

 

O valor do ouro tem tido grandes oscilações nos últimos meses. A desvalorização levanta questões sobre se o ‘ativo-refúgio’ é ou não um bom investimento nos dias de hoje. Os analistas do ING não veem razões para os investidores desistirem já.

 

A valorização do dólar e a subida dos juros da dívida norte-americana têm penalizado o ouro. As coisas não deverão piorar muito mais, mas ainda vai demorar algum tempo antes de melhorarem”, afirmou Nugent.

 

Cinco razões que poderão apoiar o ouro:

1. Apesar da redução das posições dos investidores, o estrategista lembra que os ETF ligados ao ouro aumentaram para máximos de 2013 e não mostram sinais de liquidação. A guerra comercial e a aproximação das eleições nos EUA poderão estar entre os fatores de incerteza que levam os gestores de ETF a apostarem que a na matéria-prima vai recuperar.

2. O ING está à espera que o dólar perca força para retomar uma visão otimista sobre o ouro, dado que as expetativas é que a inflação suba nos EUA este ano (entre 2,8% e 3% no final do ano), devido à subida dos preços do petróleo. Além dos EUA, outros países importadores de petróleo vão ser pressionados, incluindo a Turquia, que o quinto maior investidor de retalho em ouro. Nugent acrescenta que as sanções ao Irão já estão a fazer aumentar a procura por ouro no país, que é o quarto maior consumidor de joelharia do mundo.

3. O primeiro trimestre do ano foi de queda da procura, em parte devido à Índia. O World Gold Council estima uma redução de 7%, em termos homólogo, a maior em uma década. Só na Índia, a queda foi de 12%. No entanto, a procura no país foi temporariamente afetada pelo calendário oferecer menos dias auspiciosos para casamentos (houve apenas sete entre janeiro e março, face aos 33 no resto do ano), pelo que a procura poderá ainda recuperar. Além dos casamentos, o ING também espera que uma recuperação do poder de compra de joalharia pela população rural indiana, graças aos subsídios do Governo.

4. Na China, a procura tem modesta, tendo aumentado 8% no primeiro trimestre do ano, face ao mesmo período de 2017. Ainda assim, o preço do ouro em renminbi está no valor mais baixo desde o início de 2017. “Por isso, esperamos assistir a alguma compra de pechinchas”, explicou o estrategista do ING.

5. Por último, o analista refere que o impacto de um mercado físico mais rigoroso terá um papel cada vez maior, que poderá contrariar as tendências causadas pela moeda e juros. “Com as negociações da Coreia do Norte a parecerem menos prováveis e o impasse comercial entre UE e EUA, é possível que os influxos geopolíticos de curto prazo possam criar apoio, mas é mais provável que os preços acalmem nos próximos meses até que os políticos e instabilidade política voltem em foco”, acrescentou.

 

Fonte: Jornal Económico

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