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HISTORIADOR HOLANDÊS ENCONTRA TESOURO MEDIEVAL USANDO DETECTOR DE METAIS

15/03/2023

O historiador Lorenzo Ruijter, de 27 anos, procura por tesouros desde os 10 anos de idade. O hobby que vem desde a infância resultou em um achado incrível: pingentes e tiras de ouro, além de moedas de prata de mil anos.

A descoberta anunciada pelo Museu Nacional Holandês de Antiguidades em 9 de março ocorreu em 2021, na pequena cidade de Hoogwoud, na província da Holanda do norte. Ruijter encontrou as preciosidades usando um detector de metais.

O tesouro é composto por quatro pingentes de ouro decorados em forma de lua crescente, duas tiras de folha de ouro que se encaixam e 39 pequenas moedas de prata, datadas do século 13.

"Foi muito especial descobrir algo tão valioso, não consigo descrever. Nunca esperei descobrir algo assim", disse o historiador, ao site ABC News da Austrália. Ele acrescenta que foi difícil manter em segredo o achado por quase dois anos desde que fez a descoberta.

Mas os especialistas do Museu Nacional de Antiguidades precisavam de tempo para limpar, investigar e datar os objetos do tesouro antes do mesmo ser divulgado. De acordo com comunicado da instituição, joias de ouro da Alta Idade Média são extremamente raras na Holanda.

Conforme o informe, o tesouro data de uma época conturbada das guerras entre a Frísia Ocidental e o Condado da Holanda, e da morte do conde holandês e do Rei Guilherme II nas proximidades de Hoogwoud.

“Isso torna essas joias e moedas de grande importância para a arqueologia e história da Holanda do Norte e da Frísia Ocidental e até mesmo de importância nacional e internacional”, diz o museu.

A moeda mais nova encontrada por Ruijter data de cerca de 1250 d.C., o que significa que o tesouro provavelmente foi enterrado não muito tempo depois. Porém, naquela época, essa moeda já devia ter dois séculos, segundo o Museu Nacional de Antiguidades.

Ruijter disse à ABC News que é possível que alguém poderoso tenha enterrado os objetos valiosos como forma de protegê-los e, com sorte, desenterrá-los assim que estiverem seguros novamente.

Dada a sua importância arqueológica, o tesouro foi emprestado temporariamente ao museu, que irá exibi-lo até meados de junho deste ano e ainda na nova exposição “O Ano 1000”, que irá de 13 de outubro de 2023 a 17 de março de 2024.

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