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Ovos de Peter Carl Fabergé

 

Os ovos de Peter Carl Fabergé são obras-primas e considerados expoentes da arte de joalharia.

Foram produzidos por Peter Carl Fabergé e seus assistentes entre o século XIX e XX (1885-1912) para os czares da Rússia.

Ovos de Peter Carl Fabergé

Disputados por coleccionadores em todo o mundo, os famosos ovos, cuidadosamente elaborados com uma combinação de esmalte, metais e pedras preciosas são admirados pela sua perfeição e escondem surpresas bem como miniaturas encomendadas para assinalar o período pascoal entre os membros da família Imperial.

Este ourives e joalheiro adquiriu a fama e fortuna servindo à família imperial russa até que a mesma fosse liquidada pela Revolução Bolchevique de 1917.

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Ovos de Peter Carl Fabergé

O primeiro ovo foi desenhado e construído por Fabergé e seus ourives em 1885.

Foi encomendado por Czar Alexandre III como um presente de páscoa para a sua esposa Maria Feodorovna e também para comemorar o aniversário de vinte anos de casamento.

Ovos de Peter Carl Fabergé

Exteriormente o ovo apresenta-se como um simples ovo de ouro esmaltado, mas ao abri-lo, revelava-se uma gema de ouro que no seu interior possuía uma galinha e que por sua vez, continha um pingente de rubi e uma réplica em diamante da coroa imperial.

Estas primeiras peças desapareceram depois da revolução. Na época da páscoa, a celebração mais alegre da fé ortodoxa na Rússia é um costume secular presentear com ovos.

Ovos de Peter Carl Fabergé

A imperatriz ficou tão impressionada com o presente que nomeou Fabergé como o "fornecedor da corte" e passou a encomendar um ovo por ano sob a condição que o ovo fosse único e contivesse uma surpresa.

Seu descendente, Nicolau II, deu seguimento à tradição e anualmente presenteava a esposa, Alexandra Fedeorovna.

Ovos de Peter Carl Fabergé

Para estes reinados, Alexandre III e Nicolau II foram construídos 50 ovos imperiais, mas também elementos da nobreza possuíam destas jóias.

Logo que o tema era escolhido, uma equipa de artesãos como Michael Perkhin, Henrik Wigströkm e Erik August Kollin começavam a elaborar e executar o projecto. 

Ovos de Peter Carl Fabergé

A fama despertada por estes ovos promoveu o aparecimento de dezenas de novos clientes particulares.

Os materiais que eram utilizados na construção das suas belas e delicadas obras de arte, Fabergé usava ouro, prata, cobre, níquel, paládio e platina que eram combinados em proporções variadas a fim de produzirem diversas tonalidades de cor.

Ovos de Peter Carl Fabergé

As técnicas utilizadas na sua construção foram a técnica de esmaltagem plique-à-jour (técnica de esmaltes translucentes que cria uma estrutura aberta e reluzente, feita através do molde individual dos pequenos compartimentos do metal) bem como pedras preciosas desde o rubi, quartzo, diamante, jade até mesmo à ágata.

Farbegé fabricava os seus ovos em diferentes estilos, do Luiz 14 ao estilo art decór, passando pelo Luiz 15, Luiz 16 e art noveaux e tinham em média 13 centímetros de altura.

Ovos de Peter Carl Fabergé

Cada peça era inspirada em acontecimentos relacionados com a família real, ocorridos durante o período.

Se os Czares russos foram os seus principais clientes, não foram os únicos.

Ovos de Peter Carl Fabergé

Os ovos imperiais usufruíram de tal fama que Fabergé chegou mesmo a fabricar pelo menos 15 para clientes privados.

Entre eles existe uma série de 7 ovos feitos para o milionário industrial russo Alexandre Kelch entre 1898 até 1904.

Eles não são tão majestosos quanto os ovos imperiais, nem tão originais, uma vez que, muitas vezes, não passavam de réplicas daqueles que eram encomendados pelo Czar. 

Dos 69 ovos conhecidos, apenas 61 chegaram aos nossos dias.

Ovos Fabergé

A grande maioria encontra-se em exposição em museus públicos por todo o mundo, 30 deles na Rússia.

Dos 52 ovos imperiais conhecidos (há muitas controvérsias sobre o número real de ovos imperiais, mas o maior consenso, hoje, está em 52 peças), sobreviveram 44.

Ovos Fabergé

Dos oito ovos perdidos, existem apenas fotografias de dois, o dos "Palácios Dinamarqueses", de 1903 e o "ovo comemorativo de Alexandre III" de 1909.

Depois da Revolução Russa, a "Casa de Farbegé" foi nacionalizada pelos bolcheviques e a família Fabergé" fugiu para a Suíça, onde Karl Fabergé morreu em 1920.

Ovos Fabergé

Os palácios dos Romanov foram saqueados e os seus tesouros retirados, por ordem de Lenin, para os armazéns do Kremlin.

Num leilão para adquirir mais dinheiro estrangeiro, em 1927, Stalin mandou vender muitos dos ovos depois de serem avaliados por Agathon Fabergé, irmão de Pierre karl.

Ovos Fabergé

Entre 1930 e 1933, 14 ovos imperiais abandonaram a Rússia. Muitos dos ovos foram vendidos a Amand Hammer, presidente do "Petróleo Ocidental" e amigo pessoal de Lenin, cujo pai foi um dos fundadores do Partido Comunista dos Estados Unidos.

Emanuel Snowman, da loja de antiguidades de Wartski, em Londres, também, adquiriu algumas peças. 

Ovos Fabergé

A casa Fabergé ainda existe, continua produzindo jóias sob encomenda e está representada, hoje, na França, Alemanha e Itália.

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